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Junho 23, 2011Fabricantes
Dezembro 23, 2008Dentre as várias empresas existentes no mercado destaco como principais:
Logocenter www.totvs.com
RM Sistemas www.totvs.com
Microsiga www.totvs.com
Datasul www.datasul.com.br
SAP www.sap.com
Cigam www.cigam.com.br
Senior www.senior.com.br
Baan www.ssaglobal.com
SSA Global www.ssaglobal.com
Peoplesoft www.oracle.com/applications/peoplesoft-enterprise.html
J.D. Edwards www.oracle.com/applications/jdedwards-enterprise-one.html
Oracle www.oracle.com/global/br/applications/home.html
Microsoft www.microsoft.com/brasil/dynamics/default.mspx
IFS www.ifsworld.com/br/
O principal foco dos fabricantes hoje, por uma questão de demanda, são as empresas de pequeno e médio porte. Isso faz com que o preço seja reduzido e a concorrência acirrada, viabilizando o surgimento de novos produtos de pequenas software-houses a todo o momento.
Desde o surgimento dos ERPs observa-se a ocorrência de várias aquisições/fusões. Segue abaixo um breve histórico:
2003 PeopleSoft compra J.D. Edwards
2003 SSA Global compra a Baan
2004 Oracle compra a PeopleSoft
2005 Microsiga compra a Logocenter
2006 Microsiga abre o capital e vira o grupo Totvs
2006 Totvs compra a RM Sistemas
2008 Fusão da Totvs com a Datasul
Segundo a Fundação Getúlio Vargas, em 2007 o market share no Brasil ficou assim distribuído (fonte Baguete):
- Totvs : 24%
- SAP : 23%
- Oracle : 17%
- Datasul: 16%
Sites relacionados:
- SAP de olho nas pequenas e médias
- Microsoft aposta que estará entre os grandes fornecedores de ERP
Vendendo a idéia
Dezembro 23, 2008O primeiro passo deve ser a expressão formal do alinhamento dos objetivos estratégicos da empresa com a decisão de implementação de um ERP.
Já vimos inúmeros motivos para utilização de ERPs, mas de que forma a alta direção da empresa percebe a importância deles ? O investimento é prioritário ? Quais são os resultados esperados ?
É fundamental que a empresa com suas necessidades, problemas e metas seja impactada de maneira significativa com a utilização de um software de gestão integrada seja a curto, médio ou longo prazo.
As áreas de negócio apoiadas pela alta direção serão sempre as patrocinadoras desta iniciativa e cabe a elas se organizarem de maneira a viabilizar um orçamento para tal aquisição.
A equipe de TI será a facilitadora deste processo, porém jamais a responsável pela venda da necessidade.
A elaboração dos argumentos pode contar inclusive com o apoio de consultoria especializada ou do próprio fornecedor do ERP.
O correto mapeamento dos objetivos e a mensuração dos resultados tangíveis e intangíveis será fundamental tanto para o convencimento da necessidade, quanto para nortear os trabalhos de escolha da solução.
Pessoas x Processos x Tecnologia
Dezembro 19, 2008Um projeto de implantação de um sistema de gestão estará sempre fortemente alicerçado no equilíbro destes três elementos.
A definição das pessoas, a disposição para entendimento dos processos e a escolha correta da solução tecnológica são algumas das etapas que deverão ser percorridas com bastante critério e responsabilidade.
Vejo muitas empresas darem ênfase demasiada em um deles e fracassarem.
A aquisição de uma tecnologia por si só não resolve todos os seus problemas, por exemplo. Um sistema de gestão é uma tecnologia que deve ser configurada e a empresa por sua vez deve ser preparada para recebê-lo. Isso envolve metodologia e um bom sistema com certeza, mas não será eficaz se a empresa ao implantar o sistema não souber o que faz e não tiver pessoas alinhadas estrategicamente com a organização. Implantar um ERP significa sistematizar as atividades da empresa de maneira a definir padrões sejam eles flexíveis ou não. Definir errado resulta ou em prejuizo no processo ou no desuso da tecnologia.
Ouve o tempo em que não existiam ERPs e mesmo assim as pessoas gerenciavam este equilíbrio, pois vários pequenos sistemas, que normalmente eram uma combinação de ferramentas, técnicas de trabalho, processos e pessoas precisavam ser sistematizados de maneira a garantir uma sequência de trabalho com eficiência e eficácia.
As pessoas devem ter um significativo grau de conhecimento e/ou autonomia sobre os processos da empresa, remuneração adequada, alto nível de motivação, comprometimento e disponibilidade de tempo. É óbvio que a empresa não pode parar sua operação durante a implantação de um ERP, porém jamais deverá escolher aqueles que estão “sobrando” em cada departamento para compor o time do projeto. Deverá escolher os melhores e criar planos de contingência para cobrir sua ausência. As decisões que as pessoas tomam durante o projeto, o conhecimento que elas adquirem e a forma como irão replicar isso para os demais membros da organização serão decisivos para o sucesso do investimento.
O correto mapeamento dos processos significa que o time de projeto entendeu exatamente o que a empresa faz, quem é responsável pelo que, quais as entradas e saídas dentro da cadeia produtiva e os fatores críticos de sucesso da operação da empresa. Caso a empresa ainda não tenha feito este mapeamento, o projeto de implantação é o momento ideal para fazê-lo. De maneira geral posso dizer que para um projeto básico de mapeamento de processos teremos as seguintes etapas: definição ou entendimento dos objetivos estratégicos, definição ou entendimento das competências organizacionais e pessoais, definição dos macro-processos e o detalhamento destes macro processos criando o relacionamento entre os diversos processos que os compõe. Veja que os processos definidos devem representar a operação da empresa e ao mesmo tempo estarem alinhados à visão estratégica da empresa. Isso quer dizer que pode-se aproveitar o momento para mudar as coisas. Seja porque o conjunto de melhores práticas do ERP mostrou caminhos melhores ou porque o estudo dos processos demonstrou que existem maneiras diferentes de produzir os resultados que a empresa e os clientes esperam.
A escolha da tecnologia significa escolher um sistema de gestão que tenha alto grau de aderência aos processos da empresa, utilize um ambiente de desenvolvimento moderno e flexível, apresente facilidade de operação, possua um suporte adequado, seja oferecido por empresas com saúde financeira, que possuam mão de obra qualificada e que invistam na melhoria contínua das pessoas e do seu produto. Normalmente o barato sai caro, mas não significa que a solução mais cara é a melhor para você. O importante é que a solução tecnológica tenha abragência e, se for o caso, facilidade na integração com outras tecnologias. Fuja dos sistemas com baixa aderência, pois desenvolver muitas funcionalidades para sua empresa significa que voce irá pagar para criá-las e depois para mantê-las. É fundamental que a ferramenta proporcione a integração entre sua empresa, seus parceiros e clientes, ou seja, possua portais acessíveis via internet, suporte a EDI ou outras formas de interação.
Concluo destacando a importância do entendimento deste tripé (pessoas x processos x tecnologia). Sempre que tiramos um dos apoios de um tripé o que acontece ? Pois é … o que está em cima não se sustenta.
Quais são os módulos de um ERP ?
Dezembro 19, 2008Os módulos são agrupamentos de funcionalidades.
De maneira geral podemos classificá-los como operacionais, táticos e estratégicos.
Os módulos operacionais tratam especificamente das atividades rotineiras do dia a dia. Também chamados de transacionais podem ser subdivididos em horizontais e verticais.
Os módulos horizontais (ou básicos) são aqueles comuns as empresas industriais:
- armazenagem e distribuição
- assistência técnica
- ativo fixo
- compras
- contabilidade
- contratos
- custos
- estoque
- faturamento
- financeiro
- frotas
- livros fiscais
- manutenção
- qualidade
- planejamento e controle da produção
- planejamento e controle orçamentário
- projetos
- recursos humanos
- comércio eletrônico
Os módulos verticais são aqueles de setores específicos de mercado. Alguns deles são:
- auto-peças
- automação comercial
- call center
- comércio exterior
- controle de direitos autorais
- gestão advocatícia
- gestão agricola
- gestão ambiental
- gestão de acervos
- gestão de concessionária automotiva
- gestão educacional
- gestão hospitalar
- gestão imobiliária
- gestão de transportadora
- oficina
- plano de saúde
Os módulos estratégicos e táticos tem como principais objetivos:
- a extração, processamento e organização de informações para disponibilização através de relatórios, gráficos ou indicadores
- gestão do relacionamento com os clientes
- gestão da cadeia de suprimentos
- gestão dos objetivos estratégicos
- gestão do conhecimento
- gestão de processos
- gestão de risco
Nestas duas últimas classes ainda é comum a utilização de ferramentas de terceiros, embora vários ERPs já possuam alguns módulos desenvolvidos. Eles permeiam a organização utilizando-se das funcionalidades e dados gerados pelo ERP ou fontes externas a ele, como base para proporcionar a análise, planejamento, gestão e tomada de decisão aos executivos de médio e alto escalão. Podemos citar:
- business intelligence (BI)
- balanced scorecard (BSC)
- supply chain management (SCM)
- customer relationship management (CRM)
- business process management (BPM)
Outro sistema de gestão pode substituir ou integrar-se a um ERP ?
Dezembro 19, 2008Neste ponto vamos considerar um ERP como um sistema de gestão integrada de mercado, ou seja, desenvolvido e comercializado por empresas especializadas, que possuam uma significativa base de clientes, funcionalidades e processos bem definidos, de acordo com o seu ramo de atividade.
Vamos definir, de maneira simplória, que um sistema de gestão informatizado é um conjunto de programas que armazena informações num banco de dados, obedecendo a determinadas regras de negócio para o cumprimento de determinados objetivos.
Empresas dos mais variados portes utilizam diferentes práticas de operacionalização, controle e gestão informatizada, para todas as atividades que envolvem pessoas de diferentes áreas, em diferentes momentos e que são vitais para o sucesso da empresa.
Conheço empresas com faturamento significativo, que baseiam toda sua gestão em planilhas eletrônicas ou desenvolvem soluções específicas fortemente focadas em seus objetivos departamentais.
Para empresas com baixo volume de transações, planilhas eletrônicas são viáveis e podem atender as principais necessidades, porém representam baixa confiabilidade e produtividade.
Analisando a conceituação de sistema acima, podemos conceber que o software da planilha é o programa, a forma como ela é estruturada são as regras de negócio e cada arquivo gerado pelo software é uma parte do banco de dados que fica “espalhada” no servidor de arquivos.
Planilhas aceitam tudo e a lógica montada na estrutura, que está na cabeça de “uma” pessoa, pode ser a melhor para um propósito, porém jamais será uma informação estruturada que poderá ser reaproveitada para outros fins. Novas planilhas deverão ser criadas com a mesma informação para que novos objetivos sejam alcançados.
Resumindo, temos re-trabalhos de digitação constantes, sem a certeza de que informações não se perderão no caminho ou simplesmente serão digitadas erroneamente. Sem falar na constante dificuldade de recuperar informações, no controle de acesso a essas informações e da provável necessidade de que estas planilhas precisem ser manipuladas ao mesmo tempo por mais de uma pessoa.
Para muitos pode parecer que estou chovendo no molhado, mas acreditem. Muitas empresas ainda gerenciam seus processos com planilhas.
Num modelo de gestão personalizado, empresas desenvolvem ou contratam o desenvolvimento de sistemas exatamente como seus gestores idealizam que um sistema deve ser. Algumas optam por iniciar o tal sistema pelo controle de vendas, outras pela gestão da área produtiva ou podem até modelar o sistema como um todo e desenvolver parte a parte até que tudo esteja pronto.
Aquelas que optarem por modelar e desenvolver aos poucos irão descobrir o que é uma colcha de retalhos. Um excelente módulo de gestão de serviços, pode não apresentar as informações necessárias para os demais módulos, então a medida que os demais módulos vão sendo desenvolvidos, vão descobrindo que muitos dos módulos prontos terão que ser refeitos.
As que optarem por modelar tudo antes de iniciar o desenvolvimento, poderão da mesma forma iniciar um trabalho que parece nunca ter fim. Ou seja, muita energia será gasta em algo que não faz parte do foco do seu negócio e, no final, você descobrirá que muitas coisas que foram feitas já estão disponíveis no mercado a um preço muito mais acessível em relação ao que você já gastou.
Uma opção frequente é adquirir mais de um sistema de mercado, considerando que cada um atenderia de maneira melhor uma ou outra área, ou seja, utilizariamos alguns módulos de um sistema e outros módulos de outro. Essa solução requer uma análise criteriosa, porque o foco do desenvolvimento passará para a integração de sistemas com estruturas totalmente diferentes, ou seja, o principal benefício do sistema de gestão (a integração) precisará ser construído e, para isso, será necessário intermediar os trabalhos de diferentes empresas em busca da sua necessidade. Este caso somente é indicado para empresas que possuem necessidades complexas e específicas que não são atendidas pelos ERPs. Neste caso o ERP será integrado a sistemas especialistas.
Os mais pragmáticos dirão que o seu negócio é diferente das outras empresas e que nenhum software terá a solução necessária.
Na verdade tudo deve estar direcionado a uma análise de custo x benefício. Criar um sistema inteiro do zero, porque sua empresa tem algumas características específicas não deve compensar. Possuir outros sistemas integrados ao ERP pode ser necessário para grandes empresas com operações diversificadas. Adquirir um sistema de mercado e personalizar somente aquilo que é específico do seu negócio pode ser a melhor solução, porém outras vezes sua empresa pode sim se adaptar aos processos propostos pelo sistema, sem prejuízo para a empresa ou para os clientes.
Qualquer ERP pode ser utilizado em qualquer tipo de empresa ?
Dezembro 19, 2008Os ERPs foram inicialmente idealizados para atender a empresas industriais realizando a automação da fabricação de produtos de maneira interligada com todas as áreas de apoio. Com o tempo, a forte demanda de mercado fez com que os ERPs se modernizassem e passassem a atender empresas como auto peças, cadeias de restaurantes, hospitais, clínicas, planos de saúde, escolas, call centers, transportadoras, construtoras, produtoras agrícolas, de controle ambiental, locadoras, hotéis, bancos, consultorias, assistências técnicas, varejistas, traddings, distribuidoras, de publicidade, de aviação, enfim, hoje um ERP tem a pretensão de atender empresas industriais, prestadoras de serviço ou do comércio, públicas ou privadas, qualquer tipo de empresa em qualquer lugar do mundo.
No mercado brasileiro são comercializados ERPs nacionais e estrangeiros com a maturidade necessária para atender a maior parte das necessidades das empresas.
Quando ERPs são distribuídos para outros países, módulos que envolvem legislação ou necessidades específicas precisam ser ajustados. Nestes casos os fabricantes de ERP realizam o que se chama de localização. Por exemplo, se um ERP foi fabricado na Índia, certamente está adequado as leis fiscais, contábeis e trabalhistas daquele país. Para que possa ser utilizado no Brasil, precisará ser adaptado, ou seja, o fabricante deverá fornecer programas adicionais ou uma versão modificada do programa original. Existem também fabricantes de ERPs que optam por integrar soluções prontas de terceiros ao invés de desenvolver a localização. Neste caso teremos a utilização de dois sistemas distintos (um nacional e outro estrangeiro) e o esforço do fabricante fica focado na integração da solução “externa” aos demais módulos do ERP. Em ambos os casos é fundamental que a empresa que pretende adquirir o ERP tenha certeza que a solução oferecida atende aos requisitos legais e que os principais requisitos de integração estão sendo atendidos. Em geral as dificuldades aparecem nos primeiros anos em que os ERPs são comercializados em países diferentes do de origem.
Um pequeno comércio não tem condições financeiras e nem encontrará uma boa relação custo x benefício para aquisição de um ERP. Para estas, existem sistemas de pequeno porte que podem ser comprados na prateleira de uma boa loja de informática. Sistemas ERPs são soluções com maior robustez, segurança, abrangência e complexidade. Pode-se dizer que alguns fabricantes de ERPs posicionam-se no mercado focando empresas de grande porte. Outros com uma participação mais efetiva em médias e pequenas empresas. Fazem isso através de sua política comercial, apresentando soluções e preços mais adequadas ao porte das empresas que desejam atender.
Certamente nenhuma empresa é igual a outra. Mesmo que duas empresas fabriquem produtos semelhantes e tenham um mesmo público alvo, é bem provável que possuam diferenças substanciais em seus processos. Para que um ERP possa atender a qualquer tipo de empresa, os fabricantes desenvolveram poderosos recursos de configuração. Também chamada de parametrização, esta configuração vai definir o comportamento do ERP de acordo com as necessidades da empresa. A parametrização pode definir por exemplo, o tipo de tela, o número de casas decimais, a forma como a integração entre módulos vai funcionar, qual será o servidor de e-mails, ou seja, todas as questões que variam de empresa para empresa, desde questões puramente técnicas até a mudança no fluxo de processos.
Mesmo com todos estes recursos não é incomum que um ERP não possua funcionalidades que sua empresa considera fundamentais. Neste caso o fabricante poderá desenvolver rotinas personalizadas, também chamadas de customizações, que modificam o funcionamento original do sistema ou que adicionam essas funcionalidades ao ERP. O ideal é que todas suas necessidades sejam atendidas pelas funcionalidades padrão do sistema. Customizar terá um custo adicional na aquisição, na manutenção e de suporte, que pode e deve ser evitado sempre que possível.
Ao decidirem adquirir um ERP as empresas devem conhecer as várias soluções existentes no mercado e, na medida do possível, ter certeza de quais funcionalidades tem aderência as suas necessidades e quais não tem.
O fundamental é que você saiba que ao implantar um ERP estará melhorando seu negócio, através de uma parceria com o fabricante do sistema. O mau funcionamento deste sistema poderá parar a operação da sua empresa e até impedir que você realize vendas. Então além da escolha criteriosa do produto, a definição do parceiro será fundamental para o sucesso do investimento.
Por que sua empresa precisa de um ERP ?
Dezembro 19, 2008O principal benefício de um ERP é a integração. Não existe re-trabalho, pois toda a informação digitada está disponível em tempo real, seja para outros módulos, seja para relatórios gerenciais ou para integração com outros sistemas ou equipamentos.
Numa análise funcional de um cenário orientado a vendas podemos representar esta integração dentro de um ERP da seguinte forma.
Vendas criam demandas a serem atendidas por outras áreas para a satisfação do cliente. As vendas pendentes e os dados históricos de demanda servirão como base para manutenção dos estoques, geração de ordens de serviço, programação de produção, alocação de equipes, aquisição de insumos, contratação de mão de obra, transporte de mercadorias e aquisição de ativos. Em paralelo a isso ocorre a gestão de contratos, do crédito dos clientes, de manutenção de equipamentos, de frota, da qualidade, de prazos de entrega, de custos, da certificação de fornecedores, da geração e controle de pagamento de receitas e de obrigações, do saldo bancário, da contabilização das transações e da geração de informações digitalizadas ou impressas para o fisco.
Tudo isso sendo disponibilizado passo a passo, no banco de dados, para a continuidade dos processos de acordo com as regras de negócio do sistema, tornando a operação do dia a dia mais inteligente, segura e prática.
E-mails automáticos podem ser enviados, notificando a criação de uma tarefa, uma necessidade de compra ou uma posição de vendas realizadas, status de processos podem ser atualizados através do agendamento de rotinas periódicas, equipamentos como leitores de ponto, controle de acesso de veículos, balanças, leitores de código de barras ou medidores de temperatura podem ser integrados com o ERP e gerarem informações e/ou eventos. Processos de compras podem, através de criterios de alçadas gerarem necessidades de aprovação. Sua necessidade é o limite. O ERP pode e deve funcionar como um elemento pró-ativo recebendo informações, processando e dando conhecimento ou solicitando continuidade.
Um ERP irá aumentar a produtividade e a agilidade nas operações do dia a dia da sua empresa. Irá criar padrões de procedimento de acordo com os processos estabelecidos. Será mais fácil extrair relatórios, cumprir prazos, reduzir estoques e custos, aumentar a receita e os lucros, melhorar a eficiência, gerenciar indicadores, interagir com colaboradores, clientes ou parceiros.
As transações operacionais são naturais, então ninguém precisa avisar aos outros que está esperando que façam algo. O sistema se encarrega disso, seja através de um aviso automático ou de um simples semáforo demonstrando o status das coisas. Tudo é planejado e traduzido operacionalmente na configuração e nos cadastros do sistema.
A abrangência de um ERP garante que em todas as áreas da sua empresa todas as atividades possuam registro de informação e gestão de funcionamento e resultados.
Finalmente, após uma implementação de sucesso das funcionalidades mais básicas, pode-se ainda adicionar recursos avançados de suporte a decisão e de inteligência do negócio (DW – Data Warehouse e BI- Business Inteligence), de relacionamento com os clientes (CRM – Customer Relationship Management) e de gestão do conhecimento (KM – Knowledge Management) tendo a base de dados do ERP como pré-requisito de funcionamento.
O que é ERP ?
Dezembro 19, 2008ERP é a sigla de Enterprise Resource Planning, que deve ser entendida como Sistema de Gestão Integrada.
“Sistema” porque é um conjunto de elementos interconectados, de modo a formar um todo organizado.
“De Gestão” porque operacionaliza de maneira automatizada todas as atividades da cadeia de valor das empresas e ainda fornece uma visão estratégica das informações para a tomada de decisão.
“Integrada” porque possui todo um mapeamento de processos interligados, que possibilita que as informações uma única vez digitadas estejam disponíveis a todos os usuários envolvidos nos processos subsequentes.
Os elementos são funcionalidades que representam as mais diversas transações executadas nos diferentes departamentos (áreas funcionais) de uma organização.
Essas funcionalidades são desenvolvidas, implementadas e testadas dentro de um ERP e ao longo do tempo validadas como melhores práticas de processo dentro de cada segmento de negócio.
Em outras palavras um ERP traz consigo todo um conjunto de regras de negócio, agrupadas em módulos, integrando as diferentes áreas das empresas, seus clientes e fornecedores, considerando um fluxo de dados e um mapeamento de processos otimizados e inseridos dentro da cadeia produtiva de cada empresa.